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30 novembro, 2010

Sum Pólo

Vou pra cidade grande nesse findi. Mãe teimou que quer porque quer ver uma exposição de jardins no Ibirapuera (vai gostar de planta assim lá na pqp, né?).
Aí fui pesquisar e descobri que é um Festival de Jardins, e que essa é a primeira vez que a versão do Festival ocorre fora da França. Ah, e foi organizado pelo MAM.

Como eu já ia pra SP no próximo findi pra despedir-me de uma amiga retirante que vai voltar às origens (Hellcife), aproveitei que dou um abraço nela, vejo a mãe e de quebra fico do lado da Galeria do Rock (eu sempre me sinto uma criança falando de loja de brinquedo qdo menciono a galeria). Aê né, quero ver se aproveito e conheço pessoas dos blogs também, viu dona e Melissa?

Eu gosto de ir pra São Paulo, me deixa feliz. É quaaaase que nem ir pra Porto Alegre (tá, mentira, nem chega perto) :)

Informações sobre a exposição, aqui.

03 novembro, 2009

turistando

Nesse feriado, recebi a ilustre presença dessa amiga no Hell de Janeiro. Pra variar, rimos a lot de qualquer coisa, do cara topetudo que mexeu com ela, dos non-sense que encheram nosso saco, fofocamos sobre a vida, trabalho, peguetes (não necessariamente nessa ordem), relembramos velhas histórias que ficarão para a posteridade - daquelas que a gente tem orgulho em contar pra todo mundo rir da nossa cara (andar de camburão, subir em caixa d'água pra beber vinho, andar a pé até uma boate numa noite fail e ainda fazer sucesso - sem maquiagem, Oktoberfest - que por si só é uma história...) . E como não poderia deixar de ser, esse feriadão também ficou pra história. E ontem, andando pela orla de Ipanema, colecionamos algumas cantadas toscas:

- Nossa, que água de côco gostosa, hein!
- É meu filho, tá boa mesmo.

.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~

- Pode me levar pra casa, hein moça! Por 200 mil!
- Nem de graça.

E a gente para e pensa: nos conhecemos em Criciúma. Ela foi morar em Blumenau, depois eu fui morar fora, e nos encontrávamos em Criciúma. Depois, nos reencontramos em Curitiba. E agora, no Rio...onde será o próximo destino?
:)

Káááááá, já tou com saudades!

30 outubro, 2009

pearls

Chegando em Ouro Preto, verdes de fome (8h balançando de van naquelas curvas – ainda bem que, pra distrair, ficamos maravilhados com os exemplos geológicos do caminho), segue o diálogo entre um colega e eu:

- NOSSA, mas sente esse cheirinho! Hmmm...
– Cheiro? Péra aí...
- To sentindo que isso é uma picanha mal-passada, suculenta, temperada com alho, sal e...
- Não Eugênio; isso é só cheiro de leite derramado.

~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.

(Eugênio enrolado com um mapa e falando com o motorista – que também era marinheiro de 1ª viagem -, tentando encontrar o caminho pra pousada):
- Calma lá...a gente tá aqui...essa é a Praça...então entra aqui, porque se o hotel é lá...
- Dá aqui, deixa eu dar uma olhada.

Após 10s analisando o mapa...

- Faz assim: volta o caminho até o Palácio Tiradentes, então entra aqui à direita, sobe essa ladeira à esquerda e chegamos na Praça. Daí é só descer essa rua, e aqui na metade fica o hotel.
- Nossa Silvia, que legal! Não sabia que tu conhecias Ouro Preto...
- E não conheço, só sei ler mapas.


Essa é a pousada...

09 junho, 2009

copiado descaradamente do meu fotolog

Chega amanhã de uma vez, pra viajar logo e sentir o vento gelado que chega a cortar o rosto nos dias de sol com céu límpido e bem azul, sentar na escada e ficar no solzinho da manhã, vendo a Serra do Rio do Rastro no horizonte...

Adoro dias exatamente assim.
Sem contar que o cabelo fica lisérrimo, um luxo!



P.S.: É, tô indo pra Crici nesse feriadão, passar frio.
P.S.1: E aceito dicas do que fazer até domingo, blogueiros criciumenses!
P.S.2: Acabei de lembrar que sempre esqueço (?) de levar lembrancinhas do Rio...ou seja, se eu comprar, vai ter que ser no aeroporto, onde tudo é uma FOR-TU-NA...droga.

15 maio, 2009

recordações

lembrei disso hoje:
no curso de Mineração, eu tive aulas de informática durante 6 meses, com um prof. chamado Daniel. Quando me referia as aulas de informática, falava no Daniel, pros meus pais, amigos, colegas de curso, etc.
No último dia do semestre, ele me entregou uma prova:

"Obrigada Daniel."
"Hãm...Silvia, vem cá. Não entendo até hoje porque tu me chamas de Daniel..."
"Ora, porque esse é o teu nome!"
"Não, acho que não...porque eu me chamo Antônio."

Eu cismo com a cara das pessoas, de que elas têm determinado nome. Eu trabalho com 2 caras que se chamam Eraldo e Eduardo, e eu NUNCA consegui chamar nenhum dos 2 pelo nome certo, SEMPRE troco (mas aí até justifica, afinal, "Eraldo e Eduardo" é quase uma dupla sertanojo); ou então eu cismo que fulano tem cara-de-alguma-coisa. Uma menina estudava comigo, e eu fazia a comparação genial do rosto dela com uma tampa de lata de Nescau - a tampa plástica, não a de metal. Sei lá porque, acho que era quando a testa dela ligava com o nariz...num sei.
Bem, além de tudo isso, eu também simpatizo ou antipatizo com as pessoas de cara. Às vezes não é nada; mas eu simplesmente não vou com a cara dum fulano, namorado de uma amiga. E não tem jeito do guri me agradar, nada do que ele faz eu acho legal. Eu sinto as coisas nas pessoas; falsidade mesmo, cheiro de longe. Talvez por ter levado tanto na cara, até agora.
Não sei se isso é bom ou ruim; eu prefiro pensar que isso é bom, porque de certa forma me "protege" de coisas negativas; mas às vezes eu acho que preciso trabalhar mais a minha imparcialidade. Ver as coisas do ângulo "8 ou 80" nem sempre é vantajoso...
 

Made by Lena