Sério que tá me dando uma vontade de comprar uma máquina de costura...pra fazer essas coisinhas pra casa, tipo toalhinha e capa de almofada, sabe? Sem contar as bainhas de calça, ajuste de roupas...
É, vamos ver. Colocando os áureos tempos de Técnico em Confecção em dia :p
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21 abril, 2011
03 abril, 2010
pedras portuguesas

Porque aqui no Rio é assim: ou tu anda de rasteirinha, tênis ou no máximo, aquele saltinho plataforma de 5cm. Em resumo: tu se torna uma toupeira.
Ontem saí à noite, com minha sandália \vanessao e quase tropecei umas 38725 vezes na calçada - ou nos buracos dela.
Eu não sei porque eles ainda mantém essas malditas pedras portuguesas. Sei lá se é patrimônio, mas por mim, arrancava tuuuudo e jogava cimento em cima. Deixava no máximo, o calçadão de Copacabana, Ipanema e Leblon, porque afinal, quem vai pra lá de salto é tonto ou as pessoas que trabalham na mais antiga profissão da humanidade...
29 novembro, 2009
Cheshire Cat
Conversando com o tatuador, escolhi o desenho (na verdade, ele me convenceu de fazer aquele), o local, e marquei pra quinta-feira. O fatídico dia. O dia em que eu tatuei a minha panturrilha esquerda com o gato de Cheshire. E quase morri.
É , QUA-SE-MOR-RI, sim senhor. Foi praga dessa e dessa guria, só pode. Porque gente...alguém me disse que a panturrilha é um dos piores locais pra se tatuar – em termos de dor -, além da parte gelatinosa do braço, no famoso músculo do tchau, sabe? Pois é. Mas não é que dói...É que assim, DÓI PRA CARALHO! Vocês entendem a sutil diferença entre doer e DOER PRA CA-RA-LHO? Caralho falando assim, soletrando? Então. As minhas outras tattoos são pequenas e meigas, e eu lembro que doeu, mas não lembro de ter doído tanto...porque provavelmente não doeu tanto.
Passei 4h deitada lá, de bruços (ou de bunda pra cima) com 3 caras lá dentro. Por um breve momento, fiquei encabulada...mas logo tratei de pensar nas coisas piores (ou não) que eles vêem lá dentro. E tratei de me deitar logo. O pior foi que, no começo, enquanto ele contornava, eu não senti muita dor. Cheguei a sentir cosquinhas, e ria! Ria, alegre, e até puxava a perna de cosquinhas. Se ficasse nisso, tudo bem...mas como eu não me contenho e sou uma sem-noção, comecei a tirar sarro:
“Quem disse que na panturrilha doía? Dói nada, que gente fraca, e bibibi, lalala...”
Aí ele disse que na hora de pintar, é que eu ia sentir mais dor. Não acreditei, sabe, meio São Tomé...até que ele começou a pintar. E gente, eu paguei meus pecados. Minha alma foi chicoteada pela minha língua umas 765242 vezes. Eu dizia que nunca mais iria reclamar de depilação, nem de cólica, nem de unha encravada, nada. Porque agora eu sei que tem coisa pior. E deve ter dor pior que isso – tipo quebrar um braço. Eu me contorcia, quase caía da maca, agarrava a mesma, mordia a alça da minha bolsa pra não gritar, liguei meu MP4 pra ouvir death metal (qualquer coisa mais pesada que fosse mais alto que o barulhinho da máquina de tortura), deixei meu MP4 cair no chão porque me concentrei na dor ao invés da música...
Aí paramos pra fumar um cigarro – quer dizer, ele me deu um cigarro. Mesmo que eu não fumasse, acho que aceitaria só pra ter um alívio da sessão tortura. E quando fui pular da maca, ADIVINHA? Estava mancando! Como se não bastasse ser branca, ficar inchada, vermelha e roxa, eu tava manca. E ele disse que eu ia mancar um pouquinho no outro dia – que delícia (me lembrem de nunca mais querer tatuar a panturrilha)!
Bem, como alegria de pobre dura pouco, ela se foi junto com o cigarro. E lá vamos nós terminar o desenho...até que não demorou muito, nem doeu tanto. E depois de 4h de bruços, eis que a tattoo fica pronta. Tirou foto e tudo, o moço. Aí tinha a escadinha em espiral pra descer – e eu, meio manca. Cheguei em casa, e como eu não tinha o plástico de embalar comida pra fazer o curativo, tive que dormir numa posição que eu já conhecia bem: DE BRUÇOS, pra não encostar a tattoo em nada (minha lombar agradeceu horrores). Dormi umas 5h, porque cheguei depois de meia-noite em casa, e acordei meia-hora mais cedo que usual – preparada para mancar.
Só que eu acordei serelepe,e esqueci da tattoo. Quando fui sair da cama, apoiei com a perna esquerda e – OPA OPA, EQUILIBRA EQUILIIIIBRA (sim, quase tropecei parada e me quebro na hora de ir trabalhar). Fiquei uns 15 min puxando a minha perna, literalmente. Passei o dia trabalhando com a perna pra cima apoiada num banco, e em 2 reuniões tive de sair meia hora antes – e ainda cheguei atrasada em uma delas. Olha, acho que o moço falou que eu ia mancar pouco pra me acalmar. Porque se aquilo foi mancar pouco, nem quero imaginar o muito...
O bom disso tudo é que agora eu tenho um novo referencial. Antes eu usava a dor da depilação. Agora posso usar a dor de uma panturrilha tatuada.

É , QUA-SE-MOR-RI, sim senhor. Foi praga dessa e dessa guria, só pode. Porque gente...alguém me disse que a panturrilha é um dos piores locais pra se tatuar – em termos de dor -, além da parte gelatinosa do braço, no famoso músculo do tchau, sabe? Pois é. Mas não é que dói...É que assim, DÓI PRA CARALHO! Vocês entendem a sutil diferença entre doer e DOER PRA CA-RA-LHO? Caralho falando assim, soletrando? Então. As minhas outras tattoos são pequenas e meigas, e eu lembro que doeu, mas não lembro de ter doído tanto...porque provavelmente não doeu tanto.
Passei 4h deitada lá, de bruços (ou de bunda pra cima) com 3 caras lá dentro. Por um breve momento, fiquei encabulada...mas logo tratei de pensar nas coisas piores (ou não) que eles vêem lá dentro. E tratei de me deitar logo. O pior foi que, no começo, enquanto ele contornava, eu não senti muita dor. Cheguei a sentir cosquinhas, e ria! Ria, alegre, e até puxava a perna de cosquinhas. Se ficasse nisso, tudo bem...mas como eu não me contenho e sou uma sem-noção, comecei a tirar sarro:
“Quem disse que na panturrilha doía? Dói nada, que gente fraca, e bibibi, lalala...”
Aí ele disse que na hora de pintar, é que eu ia sentir mais dor. Não acreditei, sabe, meio São Tomé...até que ele começou a pintar. E gente, eu paguei meus pecados. Minha alma foi chicoteada pela minha língua umas 765242 vezes. Eu dizia que nunca mais iria reclamar de depilação, nem de cólica, nem de unha encravada, nada. Porque agora eu sei que tem coisa pior. E deve ter dor pior que isso – tipo quebrar um braço. Eu me contorcia, quase caía da maca, agarrava a mesma, mordia a alça da minha bolsa pra não gritar, liguei meu MP4 pra ouvir death metal (qualquer coisa mais pesada que fosse mais alto que o barulhinho da máquina de tortura), deixei meu MP4 cair no chão porque me concentrei na dor ao invés da música...
Aí paramos pra fumar um cigarro – quer dizer, ele me deu um cigarro. Mesmo que eu não fumasse, acho que aceitaria só pra ter um alívio da sessão tortura. E quando fui pular da maca, ADIVINHA? Estava mancando! Como se não bastasse ser branca, ficar inchada, vermelha e roxa, eu tava manca. E ele disse que eu ia mancar um pouquinho no outro dia – que delícia (me lembrem de nunca mais querer tatuar a panturrilha)!
Bem, como alegria de pobre dura pouco, ela se foi junto com o cigarro. E lá vamos nós terminar o desenho...até que não demorou muito, nem doeu tanto. E depois de 4h de bruços, eis que a tattoo fica pronta. Tirou foto e tudo, o moço. Aí tinha a escadinha em espiral pra descer – e eu, meio manca. Cheguei em casa, e como eu não tinha o plástico de embalar comida pra fazer o curativo, tive que dormir numa posição que eu já conhecia bem: DE BRUÇOS, pra não encostar a tattoo em nada (minha lombar agradeceu horrores). Dormi umas 5h, porque cheguei depois de meia-noite em casa, e acordei meia-hora mais cedo que usual – preparada para mancar.
Só que eu acordei serelepe,e esqueci da tattoo. Quando fui sair da cama, apoiei com a perna esquerda e – OPA OPA, EQUILIBRA EQUILIIIIBRA (sim, quase tropecei parada e me quebro na hora de ir trabalhar). Fiquei uns 15 min puxando a minha perna, literalmente. Passei o dia trabalhando com a perna pra cima apoiada num banco, e em 2 reuniões tive de sair meia hora antes – e ainda cheguei atrasada em uma delas. Olha, acho que o moço falou que eu ia mancar pouco pra me acalmar. Porque se aquilo foi mancar pouco, nem quero imaginar o muito...
O bom disso tudo é que agora eu tenho um novo referencial. Antes eu usava a dor da depilação. Agora posso usar a dor de uma panturrilha tatuada.

mas valeu a pena, falaí!
12 novembro, 2009
achados
quero compartilhar a minha alegria com achados. Sim, porque eu adoro achados: seja de lojas legais, de lanchonetes legais, lugares bacanas, cursos, etc.
Legal aqui do Rio é que isso é o que mais tem, pra todos os gostos e bolsos. Bom, eu atóron sapatos (mais de 20 pares - é, me tornei aficcionada por sapatos). E fiquei ainda mais, principalmente, depois de conhecer uma marca que só tem aqui no Rio (RÁ!), a Imporium.. Essa marca* tem coisas LINDAS por um preço muito, mas muuuito camarada - levando em conta a diversidade deles, se comparado com outras marcas do ramo. Gente, é muito loosho numa loja só, a gente comete pecados lá dentro. Deviam colocar uma placa PERIGÓN bem grande.
Depois falo mais dos meus achados...a próxima é comida de comer! :)
*CUIDADO, você que vai lá dar uma olhada na coleção nova. Tem coisas lindas e estou quase entrando em colapso aqui.
Legal aqui do Rio é que isso é o que mais tem, pra todos os gostos e bolsos. Bom, eu atóron sapatos (mais de 20 pares - é, me tornei aficcionada por sapatos). E fiquei ainda mais, principalmente, depois de conhecer uma marca que só tem aqui no Rio (RÁ!), a Imporium.. Essa marca* tem coisas LINDAS por um preço muito, mas muuuito camarada - levando em conta a diversidade deles, se comparado com outras marcas do ramo. Gente, é muito loosho numa loja só, a gente comete pecados lá dentro. Deviam colocar uma placa PERIGÓN bem grande.
Depois falo mais dos meus achados...a próxima é comida de comer! :)
*CUIDADO, você que vai lá dar uma olhada na coleção nova. Tem coisas lindas e estou quase entrando em colapso aqui.
14 abril, 2009
blue suede shoes
Eu SEEEEEIII que preciso comprar um monte de coisas pra casa; arara pra roupas (não quero guarda-roupa), puff, roupa de cama e mesa novas...
mas sério, eu PIRO quando vejo um sapato lindo. É mais do que tentação; é necessidade, vício, sei lá. E imaginem a minha cara quando vi uma sapatilha de zebra, do jeito que eu imaginava!
Daí fui lá e comprei, pronto. A sensação é a mesma de devorar uma caixa de bombons, com a diferença de não ficar arrependida e ter que malhar horrores depois!
=D
mas sério, eu PIRO quando vejo um sapato lindo. É mais do que tentação; é necessidade, vício, sei lá. E imaginem a minha cara quando vi uma sapatilha de zebra, do jeito que eu imaginava!
Daí fui lá e comprei, pronto. A sensação é a mesma de devorar uma caixa de bombons, com a diferença de não ficar arrependida e ter que malhar horrores depois!
=D
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