não sei de vocês, mas eu adoro pipoca. ADORO. E pipoca de pipoqueiro é diferente, FATO. Principalmente a doce.
Quando eu estou com muita muita muita vontade de comer doce (tpm), e se estou na rua, compro logo um saco de pipoca doce grande. Não sei nas outras cidades, mas aqui no Rio o legal é que eles colocam leite condensado por cima da pipoca doce (às vezes enchem até a metade, colocam leite condensado, completam com pipoca e mais leite condensado), e na salgada, alguns colocam pedacinhos de queijo frito, outros colocam bacon.
lambo os dedo e os beiço, sempre!
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15 abril, 2010
19 junho, 2009
10 Coisas que eu Odeio no Rio de Janeiro
1. Malandragem
Todo mundo conhece a famosa “malandragem carioca”. Só que de boêmia ela não tem nada – e se teve, estacionou nos anos 70. É ridículo ver gente se achando esperto, desde furar fila com a maior cara de pau, até tentar passar na frente dos outros pra comprar o pãozinho na padaria. Ainda se fosse grande coisa... Lamentável.
2. Sujeira
Dá pena de ver uma cidade tão bonita e tão mal-cuidada; lixeira tem aos montes, cada poste tem um. O problema é justamente conscientizar as pessoas, que parecem não enxergar aquela caixa laranja-gari pendurada no poste, e jogam o lixo na rua, AO LADO da lixeira.
3. Atraso
Imaginem se a impaciência pudesse ser personificada: é só olhar pra mim. E se tem uma coisa que me tira do sério, são atrasos. Pra ter uma idéia, se eu marquei de encontrar com uma pessoa, e ela demora 5min pra aparecer, já estou pensando em ir embora. Aqui no Rio, uma amiga simplesmente “esqueceu” que ia se encontrar comigo, e me deixou plantada 1h na entrada do shopping (nem preciso falar que quase tive uma crise); reuniões em que eu era a pessoa menos importante e fui a 1ª a chegar; aulas que atrasam meia hora...
Aqui só funciona da seguinte maneira: quer que todo mundo chegue às 15h? Marque 1h30 – e tenha certeza de que vai ter gente chegando atrasado...(sério, já testei e foi exatamente assim)
4. Jeitinho Brasileiro
O cacete que é! O jeitinho brasileiro que todo mundo fala, escorregadio, que tem lábia, na verdade é o Jeitinho CARIOCA. Quando eu afirmo categoricamente que não existe isso no Sul, achei que passasse por chata...até que, conversando com amigos que são do Nordeste, descobri que lá também não existe isso: lá é tudo preto no branco, não existe cinza (ou seja, ninguém fica enrolando o meio-de-campo).
5. Atendimento
O pessoal, nas ruas, é super solícito (certa ocasião, uma mulher chegou a desenhar um mapa, para que eu chegasse num determinado local)... Às vezes até demais – e começam a palpitar sobre o local onde tu estás indo, por ex. Pra dar informação, o pessoal é ótimo e explica tudo tim-tim-por-tim-tim: mas vai entrar num estabelecimento pra sentir o clima. Raríssimo encontrar alguém com feeling, que sabe conversar, tratar as pessoas educadamente... Na maioria das vezes, são uns estúpidos. Dá vontade de virar e dizer: “Filhinha, se estás com algum problema, SE FODE, a minha vida tá bem longe de ser um mar de rosas e nem por isso eu saio por aí dando patada em todo mundo. Imbecil.”
7 – Trânsito
Sabe tudo aquilo que tu aprendeste na auto-escola, de regras de trânsito, respeito ao pedestre, blablabla? Esquece. Pra dirigir aqui no Rio, tem que botar na cabeça que é terra sem lei: ninguém respeita porra nenhuma, é uma confusão, todo mundo entra na frente de todo mundo, faz retorno onde não devia, motoqueiros sem capacete... Ou tu fazes igual, ou fica quieto e não reclama. E os engarrafamentos, então? Normalmente levo 30min pra voltar do trabalho pra casa; certa ocasião levei 4h. É daqueles feios, que a gente acha que teve acidente ou caiu um meteoro no asfalto. E quando chega no ponto principal do engarrafamento...cadê o ponto principal? É uma coisa digna de Mr. M: desaparece do NADA.
8 – Supermercado
Nunca tive problemas em fazer compras, ir ao mercado, coisas do gênero. Mas aqui é um verdadeiro teste de paciência: o pessoal parece até turista, passeando nos corredores do mercado com seu carrinho e parando para admirar cada lata de milho e pote de ketchup. Após uns 40 min, com sorte tu consegues pegar todas as coisas da tua listinha (no meu caso, umas 15), e então é chegada a hora derradeira: a de encarar as filas para as temidas caixas-tartarugas. Sim, porque não me vem outro adjetivo na cabeça a não ser esse. Passa item por item na maiooooooooooooor calma – quando não para pra beliscar algo, conversar com a coleguinha caixa-tartaruga falando mal do supervisor, contando do último baile funk quando chegou bêbada em casa e foi direto trabalhar...e tu ali, com cara de panaca, esperando. Aliás, é até prejudicial à fama das tartarugas, de ser um bicho lerdo; quem determinou isso, provavelmente nunca teve de encarar uma caixa-tartaruga num supermercado carioca.
9 – Lerdeza
Outro exercício de paciência é andar no Centro, ao meio-dia. As pessoas aqui não andam; elas se arrastam. Em todo lugar, parece que estão passeando e admirando tudo; a lata de lixo, a calçada suja, a praia encardida, os morros com favelas...Um saco quando se está com pressa – quase sempre.
10 – Falta de Educação
Isso é um dos principais, e por isso o último: cada um dos itens acima tem um pouco (ou muito) disso. São pessoas pirracentas, capazes de te fuder grotescamente se tu foste correto/ justo com elas. Contraditório? Explico: hipoteticamente, solicitei um equipamento pro meu trabalho, com prazo de 2 meses. O que acontece: a PATA da guria responsável por compras, além da compra demorar mais que 6 meses, veio com uma configuração totalmente diferente do que eu havia solicitado (claro, ela vive fazendo trabalhos de facul no expediente, como ela vai prestar atenção nas tarefas?). O correto/ justo nesse caso seria cobrar dela uma postura mais adequada (pra não dizer: dar uma mijada daquelas). Só que, se eu faço isso, é capaz da fdp atrasar ainda mais a troca/ compra do equipamento correto, por pura pirraça. COMO COISA que isso a deixa num nível muito mais superior. Realmente é algo que deve elevar a estima dela, porque com essa mentalidade de ervilha a estima da pessoa não pode ser muito grande mesmo...
P.S.1: Estou generalizando. Obviamente, nem todas as pessoas são assim.
P.S.2: Tô na Semana da TPM, portanto, NÃO TORRA!
Todo mundo conhece a famosa “malandragem carioca”. Só que de boêmia ela não tem nada – e se teve, estacionou nos anos 70. É ridículo ver gente se achando esperto, desde furar fila com a maior cara de pau, até tentar passar na frente dos outros pra comprar o pãozinho na padaria. Ainda se fosse grande coisa... Lamentável.
2. Sujeira
Dá pena de ver uma cidade tão bonita e tão mal-cuidada; lixeira tem aos montes, cada poste tem um. O problema é justamente conscientizar as pessoas, que parecem não enxergar aquela caixa laranja-gari pendurada no poste, e jogam o lixo na rua, AO LADO da lixeira.
3. Atraso
Imaginem se a impaciência pudesse ser personificada: é só olhar pra mim. E se tem uma coisa que me tira do sério, são atrasos. Pra ter uma idéia, se eu marquei de encontrar com uma pessoa, e ela demora 5min pra aparecer, já estou pensando em ir embora. Aqui no Rio, uma amiga simplesmente “esqueceu” que ia se encontrar comigo, e me deixou plantada 1h na entrada do shopping (nem preciso falar que quase tive uma crise); reuniões em que eu era a pessoa menos importante e fui a 1ª a chegar; aulas que atrasam meia hora...
Aqui só funciona da seguinte maneira: quer que todo mundo chegue às 15h? Marque 1h30 – e tenha certeza de que vai ter gente chegando atrasado...(sério, já testei e foi exatamente assim)
4. Jeitinho Brasileiro
O cacete que é! O jeitinho brasileiro que todo mundo fala, escorregadio, que tem lábia, na verdade é o Jeitinho CARIOCA. Quando eu afirmo categoricamente que não existe isso no Sul, achei que passasse por chata...até que, conversando com amigos que são do Nordeste, descobri que lá também não existe isso: lá é tudo preto no branco, não existe cinza (ou seja, ninguém fica enrolando o meio-de-campo).
5. Atendimento
O pessoal, nas ruas, é super solícito (certa ocasião, uma mulher chegou a desenhar um mapa, para que eu chegasse num determinado local)... Às vezes até demais – e começam a palpitar sobre o local onde tu estás indo, por ex. Pra dar informação, o pessoal é ótimo e explica tudo tim-tim-por-tim-tim: mas vai entrar num estabelecimento pra sentir o clima. Raríssimo encontrar alguém com feeling, que sabe conversar, tratar as pessoas educadamente... Na maioria das vezes, são uns estúpidos. Dá vontade de virar e dizer: “Filhinha, se estás com algum problema, SE FODE, a minha vida tá bem longe de ser um mar de rosas e nem por isso eu saio por aí dando patada em todo mundo. Imbecil.”
7 – Trânsito
Sabe tudo aquilo que tu aprendeste na auto-escola, de regras de trânsito, respeito ao pedestre, blablabla? Esquece. Pra dirigir aqui no Rio, tem que botar na cabeça que é terra sem lei: ninguém respeita porra nenhuma, é uma confusão, todo mundo entra na frente de todo mundo, faz retorno onde não devia, motoqueiros sem capacete... Ou tu fazes igual, ou fica quieto e não reclama. E os engarrafamentos, então? Normalmente levo 30min pra voltar do trabalho pra casa; certa ocasião levei 4h. É daqueles feios, que a gente acha que teve acidente ou caiu um meteoro no asfalto. E quando chega no ponto principal do engarrafamento...cadê o ponto principal? É uma coisa digna de Mr. M: desaparece do NADA.
8 – Supermercado
Nunca tive problemas em fazer compras, ir ao mercado, coisas do gênero. Mas aqui é um verdadeiro teste de paciência: o pessoal parece até turista, passeando nos corredores do mercado com seu carrinho e parando para admirar cada lata de milho e pote de ketchup. Após uns 40 min, com sorte tu consegues pegar todas as coisas da tua listinha (no meu caso, umas 15), e então é chegada a hora derradeira: a de encarar as filas para as temidas caixas-tartarugas. Sim, porque não me vem outro adjetivo na cabeça a não ser esse. Passa item por item na maiooooooooooooor calma – quando não para pra beliscar algo, conversar com a coleguinha caixa-tartaruga falando mal do supervisor, contando do último baile funk quando chegou bêbada em casa e foi direto trabalhar...e tu ali, com cara de panaca, esperando. Aliás, é até prejudicial à fama das tartarugas, de ser um bicho lerdo; quem determinou isso, provavelmente nunca teve de encarar uma caixa-tartaruga num supermercado carioca.
9 – Lerdeza
Outro exercício de paciência é andar no Centro, ao meio-dia. As pessoas aqui não andam; elas se arrastam. Em todo lugar, parece que estão passeando e admirando tudo; a lata de lixo, a calçada suja, a praia encardida, os morros com favelas...Um saco quando se está com pressa – quase sempre.
10 – Falta de Educação
Isso é um dos principais, e por isso o último: cada um dos itens acima tem um pouco (ou muito) disso. São pessoas pirracentas, capazes de te fuder grotescamente se tu foste correto/ justo com elas. Contraditório? Explico: hipoteticamente, solicitei um equipamento pro meu trabalho, com prazo de 2 meses. O que acontece: a PATA da guria responsável por compras, além da compra demorar mais que 6 meses, veio com uma configuração totalmente diferente do que eu havia solicitado (claro, ela vive fazendo trabalhos de facul no expediente, como ela vai prestar atenção nas tarefas?). O correto/ justo nesse caso seria cobrar dela uma postura mais adequada (pra não dizer: dar uma mijada daquelas). Só que, se eu faço isso, é capaz da fdp atrasar ainda mais a troca/ compra do equipamento correto, por pura pirraça. COMO COISA que isso a deixa num nível muito mais superior. Realmente é algo que deve elevar a estima dela, porque com essa mentalidade de ervilha a estima da pessoa não pode ser muito grande mesmo...
P.S.1: Estou generalizando. Obviamente, nem todas as pessoas são assim.
P.S.2: Tô na Semana da TPM, portanto, NÃO TORRA!
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