30 novembro, 2009

exhibitionist way

Sabe, eu não gosto de gente exibida. Eu até tento ser assim às vezes...mas fica forçado. Porque não é de mim, não faz parte da minha essência. E é realmente chato conversar com uma pessoa que faz questão de mostrar tudo o que tem, o que fez, o que é. A pessoa às vezes nem é chata, mas torna-se um porre com essa atitude.
Às vezes eu tenho que me cuidar, porque começo a falar de uma coisa que me agrada, me empolgo e não paro. Mas eu tenho limites, eu tenho noção, eu consigo perceber quando é hora de parar. E peço desculpas. Diferente de pessoas que vivem fazendo aquele comentário desnecessário, sabe? Pois é.

Dá vontade de virar e dizer: "oi, ninguém é tão interessante assim!"

29 novembro, 2009

Cheshire Cat

Conversando com o tatuador, escolhi o desenho (na verdade, ele me convenceu de fazer aquele), o local, e marquei pra quinta-feira. O fatídico dia. O dia em que eu tatuei a minha panturrilha esquerda com o gato de Cheshire. E quase morri.

É , QUA-SE-MOR-RI, sim senhor. Foi praga dessa e dessa guria, só pode. Porque gente...alguém me disse que a panturrilha é um dos piores locais pra se tatuar – em termos de dor -, além da parte gelatinosa do braço, no famoso músculo do tchau, sabe? Pois é. Mas não é que dói...É que assim, DÓI PRA CARALHO! Vocês entendem a sutil diferença entre doer e DOER PRA CA-RA-LHO? Caralho falando assim, soletrando? Então. As minhas outras tattoos são pequenas e meigas, e eu lembro que doeu, mas não lembro de ter doído tanto...porque provavelmente não doeu tanto.

Passei 4h deitada lá, de bruços (ou de bunda pra cima) com 3 caras lá dentro. Por um breve momento, fiquei encabulada...mas logo tratei de pensar nas coisas piores (ou não) que eles vêem lá dentro. E tratei de me deitar logo. O pior foi que, no começo, enquanto ele contornava, eu não senti muita dor. Cheguei a sentir cosquinhas, e ria! Ria, alegre, e até puxava a perna de cosquinhas. Se ficasse nisso, tudo bem...mas como eu não me contenho e sou uma sem-noção, comecei a tirar sarro:

“Quem disse que na panturrilha doía? Dói nada, que gente fraca, e bibibi, lalala...”

Aí ele disse que na hora de pintar, é que eu ia sentir mais dor. Não acreditei, sabe, meio São Tomé...até que ele começou a pintar. E gente, eu paguei meus pecados. Minha alma foi chicoteada pela minha língua umas 765242 vezes. Eu dizia que nunca mais iria reclamar de depilação, nem de cólica, nem de unha encravada, nada. Porque agora eu sei que tem coisa pior. E deve ter dor pior que isso – tipo quebrar um braço. Eu me contorcia, quase caía da maca, agarrava a mesma, mordia a alça da minha bolsa pra não gritar, liguei meu MP4 pra ouvir death metal (qualquer coisa mais pesada que fosse mais alto que o barulhinho da máquina de tortura), deixei meu MP4 cair no chão porque me concentrei na dor ao invés da música...

Aí paramos pra fumar um cigarro – quer dizer, ele me deu um cigarro. Mesmo que eu não fumasse, acho que aceitaria só pra ter um alívio da sessão tortura. E quando fui pular da maca, ADIVINHA? Estava mancando! Como se não bastasse ser branca, ficar inchada, vermelha e roxa, eu tava manca. E ele disse que eu ia mancar um pouquinho no outro dia – que delícia (me lembrem de nunca mais querer tatuar a panturrilha)!
Bem, como alegria de pobre dura pouco, ela se foi junto com o cigarro. E lá vamos nós terminar o desenho...até que não demorou muito, nem doeu tanto. E depois de 4h de bruços, eis que a tattoo fica pronta. Tirou foto e tudo, o moço. Aí tinha a escadinha em espiral pra descer – e eu, meio manca. Cheguei em casa, e como eu não tinha o plástico de embalar comida pra fazer o curativo, tive que dormir numa posição que eu já conhecia bem: DE BRUÇOS, pra não encostar a tattoo em nada (minha lombar agradeceu horrores). Dormi umas 5h, porque cheguei depois de meia-noite em casa, e acordei meia-hora mais cedo que usual – preparada para mancar.

Só que eu acordei serelepe,e esqueci da tattoo. Quando fui sair da cama, apoiei com a perna esquerda e – OPA OPA, EQUILIBRA EQUILIIIIBRA (sim, quase tropecei parada e me quebro na hora de ir trabalhar). Fiquei uns 15 min puxando a minha perna, literalmente. Passei o dia trabalhando com a perna pra cima apoiada num banco, e em 2 reuniões tive de sair meia hora antes – e ainda cheguei atrasada em uma delas. Olha, acho que o moço falou que eu ia mancar pouco pra me acalmar. Porque se aquilo foi mancar pouco, nem quero imaginar o muito...

O bom disso tudo é que agora eu tenho um novo referencial. Antes eu usava a dor da depilação. Agora posso usar a dor de uma panturrilha tatuada.



mas valeu a pena, falaí!

21 novembro, 2009

One Law for All

Da Diretoria de Cultura da LiHS
Por Silvia Chaucoski

A ativista Maryam Namazie é sócia emérita da LiHS e na
entrevista que nos concedeu, solicitou nossa manifestação de apoio à campanha One Law For All, que pretende banir a Lei da Sharia, na Inglaterra. A manifestação contra a Sharia e outras leis religiosas ocorrerá no dia 21 de novembro (sábado), na Grã-Bretanha.

No momento, a LiHS não tem estrutura para organizar um evento desse porte, mas podemos – e devemos – fazer o que estiver ao nosso alcance: manifestar repúdio a todas as leis religiosas, aqui no Brasil e no mundo.



Assine a petição, salve a logo (adaptada) da campanha (acima) e durante o dia 21/11/2009, use-a como avatar no seu perfil de sites de relacionamento (Twitter, Orkut, Facebook, etc). Divulgue para o máximo de pessoas! Iniciativas como essa merecem ser divulgadas e apoiadas, mesmo que seja por pequenos atos.


UMA QUESTÃO DE DIREITO
Fonte: HEKATE

No Reino Unido, a última semana tem sido de discussão sobre a possibilidade de reconhecer a sharia (lei islâmica) como paralela ao sistema legal inglês. A discussão suscitada pelas declarações do Arcebispo de Cantuária, está acesa. Entre apupos e pedidos de demissão e críticas dos seus pares, o Arcebispo tem tentado esclarecer a sua posição.

A polícia britânica estima em 17 000 o número de mulheres que todos os anos é vítima dos chamados “crimes de honra”. Está a crescer o número de jovens (sobretudo mulheres) que é levada em idade precoce para contrair matrimónio contra a sua vontade em países como a Índia ou o Paquistão. É de tal forma que as autoridades se viram obrigadas a criar o FMU (Government Forced Marriage Unit) que só no ano passado tratou de cerca de 400 casos, 15% dos quais envolviam rapazes.

As vítimas são repatriadas, mas em Inglaterra não estão a salvo dos seus familiares dispostos a tudo para vingar a sua honra perdida. No Reino Unido têm-se sucedido casos de homicídio, escravatura, maus-tratos e suicídios motivados pela aplicação das tradições ancestrais.

Ao aceitar a aplicação da sharia por mútuo consentimento entre as partes, estaríamos a aceitar que num diferendo ambas as partes são iguais. O que desde logo não é verdadeiro. As mulheres islâmicas têm o peso das tradições contra si e facilmente podem ser forçadas a aceitar a autoridade de um familiar ou de um líder religioso que as condene a uma existência de sujeição (ou mesmo, a uma morte extra-judicial).

As declarações do arcebispo de Cantuária são apenas mais um passo no sentido da capitulação e do reconhecimento de que a sociedade europeia contemporânea não consegue integrar muitos daqueles que acolhe e nem sequer consegue garantir os seus direitos mais básicos. Na Inglaterra, na França e na Alemanha há sinais preocupantes de tolerância para com práticas fundamentalistas inaceitáveis que, se levadas ao extremo, poderiam conduzir a uma sociedade paralela dentro da sociedade europeia.

18 novembro, 2009

eu mereço?

Não sei o que é mais triste: ir pra lavanderia num calor de 40ºC (sendo que lá dentro não tem ventilador – DELIPHA), ser obrigada a assistir - durante quase 2h - o programa do Netinho (aquele ex-vocalista do Negritude Jr), que a mocinha do estabelecimento colocou no ar...ou é o quadro do programa, onde o Netinho incentiva novos grupos de pagode a se estabelecerem no ramo musical (é, musical, é o que dizem...).

17 novembro, 2009

colombo

Da primeira vez que fui . Foi em 2007, quando vim pela primeira vez ao Hell prestar o concurso. Fiz questão de conhecer a Colombo pela história, e porque é um lugar muito bonito (e porque sou viciada em café). Bem, lá fomos eu e Luis. Lembro como se fosse hoje, sentamos numa mesa para 2 pessoas, o garçom passou com o menu, eu embasbacada com cara de DÃ olhando pro vitral no teto e praquele monte de espelhos...e das opções, optei pelo que já conhecia (é, sou chata pra comidas que desconheço): mini-chessecake com calda de framboesa, e o Luis pediu um bule de chocolate.

E continuamos conversando, observando o ambiente (tinha até um pianista famosão lá, Luis que disse, nem conheço, fikdik), tudo muito bonito mesmo, sabe? Super-conservado. E quando eu vou em lugares assim, fico viajando, tipo “Nossa, Machado de Assis já esteve nesse mesmo lugar! Villa-Lobos já pisou aqui!”...e entre essas viagens históricas maravilhosas, nossos pedidos chegaram.

Gente, sério. Nunca fiquei tão decepcionada na minha vida com um pedido...o mini-cheesecake era mini MESMO, ele cabia na palma da minha mão (detalhe, isso pela bagatela de R$ 7!! SETE REAIS por um mini-bolinho tu engoles sem mastigar de uma vez!)

E o bule de chocolate quente, que pelo tamanho mais parecia um bule saído do joguinho de chá da Barbie? E foi um absurdo também, em termos de valor, só não lembro agora...porque o que me chocou foi a relação custo/ tamanho do mini-chessecake.


Sugestão: peçam uma bomba de chocolate, creme, uma fatia de torta, um salgado, que é mais barato e bem maior. Nada de pedir qualquer mini – quiche ou cheesecake - a não ser que tu estejas sem muita fome e disposto a desperdiçar dinheiro.

13 novembro, 2009

carolana

Você, coleguinha leitor, que mora aqui ou está turistando pelo centro do Rio, ali na altura da Rua Uruguaiana, próximo ao famoso Saara (digamos que é uma 25 de março carioca), morrendo de fome mas não tem dinheiro pra se deliciar numa Colombo da vida? Pasme, entre as lojas de eletrodomésticos, ruas de paralelepípedos encardidas e os famosos proibidões rolando solto no som das barracas da Uruguaiana, existe uma lanchonete muito boa, limpinha e gostosa! Sim, existe e eu não estou nas dorgas, mano!
Chama Carolana, fica na Rua Buenos Aires, 124. A confeitaria é super-charmosinha, e tem uns comes e bebes mara! E o melhor, com um preço bem mais adocicado que o da referida Confeitaria Colombo (que também me lembrou a primeira vez lá, assunto pra outro post).
Se tá ali pelo Centro e não quer perder tempo, mas gosta de coisas bem feitas...lá é o canal! :D



(dica do Dionísio, colega de trampo)

12 novembro, 2009

achados

quero compartilhar a minha alegria com achados. Sim, porque eu adoro achados: seja de lojas legais, de lanchonetes legais, lugares bacanas, cursos, etc.
Legal aqui do Rio é que isso é o que mais tem, pra todos os gostos e bolsos. Bom, eu atóron sapatos (mais de 20 pares - é, me tornei aficcionada por sapatos). E fiquei ainda mais, principalmente, depois de conhecer uma marca que só tem aqui no Rio (RÁ!), a Imporium.. Essa marca* tem coisas LINDAS por um preço muito, mas muuuito camarada - levando em conta a diversidade deles, se comparado com outras marcas do ramo. Gente, é muito loosho numa loja só, a gente comete pecados lá dentro. Deviam colocar uma placa PERIGÓN bem grande.

Depois falo mais dos meus achados...a próxima é comida de comer! :)


*CUIDADO, você que vai lá dar uma olhada na coleção nova. Tem coisas lindas e estou quase entrando em colapso aqui.

09 novembro, 2009

tcharam

Lembram disso? Pois é: o cabelo vermelho já pintei (falta ficar mais vermelho, é verdade), o piercing tá lindo, leve e cicatrizando direitinho, as polainas roxas e lenço de oncinha eu já uso e o vestibular, vou prestar no final do ano (acrescente Astronomia às opções).
Faltava a tattoo. É, faltava...Porque nesse sábado fui numa festa, rolou sorteio de tattoos e piercing - e adivinhem, fui sorteada! Provavelmente amanhã vou conversar sobre o desenho, tamanho, cores, etc.

legal né? Pois é, depois dessa eu realmente me acho uma lucky girl. ;)

06 novembro, 2009

que eu gosto

Cheiro de grama cortada.
Cheiro de café.
Cheiro de chuva.
Cheiro de cigarro no ar.
Cheiro de terra molhada.
Cheiro de jasmin.
Cheiro de churrasco.
Cheiro de cabelo limpo.

04 novembro, 2009

a arte de ser mala

E na segunda, no ônibus em direção ao Arpoador, tinha um casal na nossa frente. Turistas. E babacas. Explico:

Do Corcovado, resolvi levar minha amiga pra passear em Ipanema, já que o tempo estava ótimo e no outro dia ela iria embora. Tá, pegamos o ônibus, eu perguntei pro motorista se ele passava por lá...ok.

Depois de um tempinho, liguei pra um amigo que estava participando da Zombie Walk (que não participei esse ano DE NOVO – mas foi por uma boa causa...afinal, com um tempo lindo, não dava pra ficar em dúvida entre levar minha amiga no Corcovado ou pra uma passeata zumbi, né?):


- Lobão, tá aonde?

- Ah, tô aqui no Arpoador!

- Ah, beleza! Tava pensando mesmo em ir pro Arpoador... Me espera que daqui a uns 10min tou chegando.

- Beleza então!


Optei pelo Arpoador (que fica entre Copacabana e Ipanema), porque é um lugar LINDO, com uma visão maravilhosa das praias cariocas. Só que eu não sou acostumada a andar direito por lá, quase nunca vou à praia...então o que a gente faz quando não sabe chegar num lugar? Pergunta! Pois é, isso é coisa que o casalzinho sabia fazer muito bem, mas acho que eram muito burros pra entender a mesma explicação 3 vezes (se é que não perguntaram pra mais pessoas como chegar no Arpoador).

Bem, isso era em Botafogo. Quando chegamos em Copa, o casal se virou e perguntou DE NOVO, dessa vez pra mim:


-Você sabe aonde é pra descer no Arpoador?

- Olha, é depois do túnel. Mas não tenho certeza não viu, é bom perguntar pro cobrador.


Calma lá, quer dizer que os FDPs tavam ouvindo a minha conversa? E acham que é fofo se intrometer na conversa dos outros só porque são turistas? E olha, se tem algo que eu odeio é quando alguém fica ouvindo a minha conversa. Saio de mim. E eles nem foram perguntar pro cobrador!

Bem, quando foi se aproximando do local, eu levantei e perguntei pro cobrador como fazia pra descer no Arpoador. Ele disse que ia me avisar, era só descer no ponto, ir em direção à praia e voltar à esquerda, a pé.

Quando eu tava voltando pro lugar, os dois pareciam dois cachorros abandonados e eu, a moça com a carne na mão. Mal sentei e eles já se viraram:


- Ele te explicou como faz pra chegar lá?


(Só o que falta, agora virei babá de turista. Eu devo ter uma cara muito de legal, sabe? Meu, quase mandei à merda nessa hora: eu, que moro aqui, ainda pergunto pra cobrador, motorista, porteiro, como faço pra chegar nos lugares! Eles não tem boca não? E o rapaz, que cocô de homem é esse que não toma as rédeas da situação e num ato de cavalheirismo vai se virar pra se achar?)


Mas tá, como sou um poço de paciência e bondade, falei que o cobrador ia avisar, e era pra virar à esquerda na hora que descer no ponto.

Só que, como eu mencionei anteriormente, eu NÃO SEI andar direito lá. Eu achei que já estava demorando muito (impaciente WHAT??), quando vi uma placa apontando “Leblon” e resolvi descer por conta própria (pensei que o cobrador tivesse esquecido de me avisar).

E QUEM VEM atrás da gente? O bendito casal. Foram nos seguindo. Até a minha amiga se cansou e disse – pra disfarçar:


- Sil, se importa se eu tirar uma foto da placa?

- Claro que não, dá aí a máquina...


E o casal passou pela gente e nós “UFA”. Até que eu olhei a placa de novo, li “Av. Nossa Sra de Copacabana” e disse:


- Caralho, ainda estamos em Copa!


Depois que me liguei, na placa onde eu li “Leblon”, embaixo estava escrito “Ipanema”. Quando nos viramos em direção a praia, mas pra continuar à direita, até o Arpoador, o casal estava entrando à esquerda, na praia de COPA. O certo era descer em Ipanema e voltar à esquerda pela praia de IPANEMA. Eles provavelmente estão andando até agora, procurando o Arpoador...


Bem-feito. Quem mandou seguir uma pessoa que nem sabe andar direito na Zona Sul?

03 novembro, 2009

turistando

Nesse feriado, recebi a ilustre presença dessa amiga no Hell de Janeiro. Pra variar, rimos a lot de qualquer coisa, do cara topetudo que mexeu com ela, dos non-sense que encheram nosso saco, fofocamos sobre a vida, trabalho, peguetes (não necessariamente nessa ordem), relembramos velhas histórias que ficarão para a posteridade - daquelas que a gente tem orgulho em contar pra todo mundo rir da nossa cara (andar de camburão, subir em caixa d'água pra beber vinho, andar a pé até uma boate numa noite fail e ainda fazer sucesso - sem maquiagem, Oktoberfest - que por si só é uma história...) . E como não poderia deixar de ser, esse feriadão também ficou pra história. E ontem, andando pela orla de Ipanema, colecionamos algumas cantadas toscas:

- Nossa, que água de côco gostosa, hein!
- É meu filho, tá boa mesmo.

.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~

- Pode me levar pra casa, hein moça! Por 200 mil!
- Nem de graça.

E a gente para e pensa: nos conhecemos em Criciúma. Ela foi morar em Blumenau, depois eu fui morar fora, e nos encontrávamos em Criciúma. Depois, nos reencontramos em Curitiba. E agora, no Rio...onde será o próximo destino?
:)

Káááááá, já tou com saudades!
 

Made by Lena