31 agosto, 2009
alma do negócio...
Pois bem. Vou propagandear aqui as coisas que eu tou vendendo - artigos femininos (mãs se os garotos gostarem, nada contra. Viva a diversidade!).
Resolvi unir os úteis ao agradável: enjoei, não estou precisando ou nunca usei as peças; tou precisando de espaço e de quebra, ainda levo uma graninha prum café (sim, porque agora estou viciada em achar cafés legais aqui no Rio).
Já que eu não consigo fazer aqueles selinhos bonitinhos pra linkar (a Re até me deu a dica, ela tem um tão legal do Mercado Livre... mas sou lesada mesmo e não sei, assumo), vou linkar aqui as bugigangas.
Tem umas coisas que nunca usei.
E o site é confiável, viu gente. Tanto é que comprei minha flauta por aqui. ;)
Bjos e ajudem a amiga falida de vocês, hahahaha
sempre fui péssima pra vender qualquer coisa...
25 agosto, 2009
experiências
Vejo muitos (mas muitos mesmo) amigos meus, que fazem faculdade e não trabalham, ou é por preguiça, por achar que merecem coisa melhor, ou pensam que alguns trabalhos são “vergonhosos”... Ou dizem que não querem trabalhar em algo no qual não estudaram. Aí eu me pergunto: esse povo não pensa que, se os pais morrerem, do que elas vão viver? Elas nunca cogitaram essa possibilidade e realmente pensam que os pais são eternos?
Muitos desses meus amigos já querem começar “por cima”, e criticam outras pessoas que (minha opinião) são realistas e procuram um estágio, ganhando miséria. Porque é assim que se começa mesmo, quebrando a cara, sem ninguém pra te proteger, e sempre seguindo em frente.
Aprendi que uma coisa é sonhar alto e ter ambição; outra coisa é deixar se iludir com seus sonhos. A ambição contribui pra isso, mas principalmente a desnecessidade de trabalhar pra pagar suas contas e se manter. Porque a realidade é nua, crua e nada romântica, meus caros. Morar sozinho e cuidar da sua própria vida é muito bom; mas o preço também é muito alto. É receber o salário já pensando nas contas do final do mês; é se privar de sair num final-de-semana porque precisa estudar, limpar a casa e lavar roupa; é programar sua próxima aquisição com um 6 meses de antecedência; é ter de arrumar um bombeiro hidráulico quando a privada resolve travar em plena domingueira de manhã...Quem passa por isso sabe valorizar tudo o que tem.
Eu penso que todo trabalho, não interessa qual, é útil, porque te faz amadurecer, criar responsabilidade, se sociabilizar com outras pessoas diferentes, aprender a se controlar.
Aliás, pra tudo na vida a gente tem que pensar assim: “alguma coisa eu tiro daqui, alguma coisa eu aprendo”. Não importa se é um trabalho totalmente fora da casinha. Pra mim, o feio mesmo é não trabalhar, não se esforçar, não se dedicar, e ainda por cima atribuir a culpa da sua infelicidade nos outros, como se o mundo fosse responsável pela sua falta de vontade e tivesse a obrigação de lhe dar as coisas de mão beijada.
Vitimização? Ah, me dá um tempo.
21 agosto, 2009
ma che!
"Como diz meu amigo Beto: pizza é igual a sexo; até quando é ruim, é bom."
19 agosto, 2009
pensamento positivo
Sabe quando certas coisas começam a dar errado, mas tão errado, que chega a ser cômico? Aquela hora que tu não sabes se chora ou se ri?
Só quero uma notícia boa...é muito difícil?
17 agosto, 2009
síndrome de jack sparrow
sério, a idade tá pegando. Não estou mais acostumada a ficar levemente alcoolizada, atravessar a rua fingindo estar na passarela e indo bater na casinha dos guardas municipais pra perguntar onde tem um lugar aberto pra comer.
Tou morta.
14 agosto, 2009
workin'
Fico pensando que deve ser cansativo trabalhar todos os dias com uma pirralha como colega de trabalho...
13 agosto, 2009
new hair
Então, cortei pra ser uma coisa prática. E tá uma maravilha, em 10min eu seco e ele tá pronto, lindo, todo flóps. Mas a franja tá incomodando, porque agora ela é a maior parte do meu cabelo (abaixo do queixo), e ela tem que ficar lisinha pra ficar legal – porque infelizmente, esse é daqueles cortes legais que só ficam bons com o cabelo liso. E é um saco perder a maior parte do tempo do teu cabelo com a franja...enfim.
Daí que essa semana começaram as aulas do cursinho pré-vestibular (ou ié!). E no segundo dia de aula, com inúmeras cadeiras vazias na sala, QUEM vem sentar do meu lado? QUEEEM? Um emo, minha gente. Sim, um E-M-O. A raça detestada ultimamente pela humanidade. E o guri é uma gracinha, lindinho sabe? Desses adolescentes novinhos, mas super-cuti? Que pena eu fiquei, só de imaginar ele chorando ouvindo NXZero...
E logo veio na minha cabeça:
“Gente, ele só pode ter se identificado com a minha franja! SÓ PODE!”
É o sinal que eu precisava: preciso cortar meu cabelo URGENTE!
12 agosto, 2009
aprendendo
Engraçado que, se a gente faz um elogio, são pouquíssimos os que tem a mesma ânsia de manifestar sua opinião.
É, como ele disse: fenômeno interessante!
07 agosto, 2009
Das coisas que eu tetesto em Criciland
Com tantos blogs de Criciúma como coleguinhas, vamos ver se alguém concorda comigo... E por favor, leiam isso com humor, hein. Não vão se ofender por miséria, como o nosso coleguinha deste meu outro post (vide comentários).
Sempre que eu vou visitar a terrinha, não consigo ficar mais do que 3 dias sem começar a me encher...é incrível, passo 6 meses doida de saudades e quando eu finalmente consigo, em 1 semana estou arrancando os cabelos de desespero. Vejamos algumas coisas que contribuem para que eu me sinta sufocada na Terra do Carvão:
- Megalomania
Sim, pessoas. Eu, tu, e todo o povaredo criciumense sabemos muito bem o que é isso... Fato é que não dá pra agüentar a mentalidade do povo (falando de um modo beeem geral mesmo). A culpa não é nem das pessoas...é uma coisa cultural, essa mania de achar que Criciúma é metrópole. Num é, é roça, é interior, e não sei porque as pessoas tem vergonha de admitir isso. Aliás, tem gente que fica com raiva de mim quando eu falo isso...(mas eu to mentindo?) Claro que não é interior assim, tipo Sanga da Toca (?), nem nada de ver tratores andando pela Av. Centenário...mas não me venha dizer que é cidade grande, que não é!
- Ônibus
Caso sério isso. Os horários são limitados, marcados, e se a gente perde um, leva meia hora pra passar outro (no meu caso, que moro na região limítrofe da cidade – que chique, sempre quis falar isso). Pra quem não tem carro (like me), é um tormento. Quer ver pra sair à noite, é quase uma novela merricana: se preparar com umas 2h de antecedência, quase quebrar o salto andando até o ponto de ônibus, tentar se equilibrar no mesmo, depois gastar mais um pouquinho do salto andando até o local pré-determinado...Sem contar que alguns (normalmente com a mentalidade do item 1) ficam te olhando com cara de “Geeente, que pobre!”...dá vontade de mandar à merda.
- Lazer
Mamis já dizia: ô cidadezinha pra falir boates, bares e afins...nunca vi (vide McDonald’s, BIG...). Hoje em dia não sei direito quantos lugares decentes tem na cidade (afinal, sou da época que a Casa do Rock era boa - aliás, frequentável). Mas é assim, de contar nos dedos. Peça de teatro volta e meia aparece. Cursos interessantes? Quase nenhum, ou no mínimo, é muito difícil encontrar, ou pouco divulgado.
- Marias- Gasolina
E o que dizer das pessoas (que não são só gurias, colega! Alo vose maxista embesil1) que fazem a fabulosa ligação: se fulano tem um carro, é bem-sucedido? Olha, acho muito válido ter um carro sim, e até compreendo esse pensamento (de acordo com o item 2), mas daí a fazer disso seu propósito de vida é sacanagem, né!
- Certas vendedoras
Que te olham da cabeça aos pés quando tu entras pra perguntar sobre algum produto (principalmente as de boutiques). E tem aquelas que ficam com uma cara de bunda, só porque tu não estás com aquela bolsinha Victor Hugo comprada na 25 de Março (pra não dizer Galeria Lúcio Cavaler), mas que, pra todos os efeitos foi adquirida na Oscar Freire. E ó, vou falar porque falo merrrmo: pra quem já entrou na Calvin Klein e Armani no Shopping Leblon, de havaianas e toda suja de areia, cabelo cheio de sal, vindo direto da praia, vai ter paciência com um tipinho desses? Só não falo isso pra elas porque não quero ser indelicada (mentira, é porque nunca me pegaram na TPM).
- Mulheres Bonitas
Ah, é sacanagem. MUITA sacanagem que rola em Criciúma...a concorrência é des-le-al, gente! Vai sair à noite pra ver só: a quantidade de mulher bonita/ m³ é absurda! Eu fico indignada, pra cada canto que a gente olha tem uma beldade no melhor estilo Bündchen, mega-fucker produzidérrimas, desbancam qualquer atriz hollywoodiana (ou Bollywoodiana, com toda essa onda hindu). E a gente se arruma, perde horas escolhendo roupa...chega lá e se sente um patinho feio. Sem contar que é totalmente desproporcional a relação Mulheres Bonitas x Homens Feios (como podem ler no item seguinte). Ai, muito triste isso.
- Homens Feios
COMO SE NÃO BASTASSE o item 7, ainda temos que lidar com isso...Sério, se tiver um homem em 1m³ que chegue à altura de alguma destas moças, é gay ou é casado. Só pode. Da última vez que estive lá, minha amiga me levou na Dioxxi (não lembro agora se tem acento). Adoreeei, lugar lindão, a gente usa uma pulseirinha super in pra comprar bebida, com aqueles leitores de caixa de supermercado, a banda de Fpolis de rockzinho tava ótima (pq a banda de Criciúma era daquele sertanojo universitário – e olha a minha cara de sair de casa num frio da porra pra ouvir música de corno! RÁ!)...eis que me chega um italianinho gordinho, baixinho, vermelhinho, me cantando. Péra aí: passei 2h me arrumando (não, não subi aquela morreba a pé tá?), escovando cabelo, maquiando, coloquei aquela blusinha comprada no Rio, super “eu-tenho-e-ninguém-tem-igual” prum tipo ASSIM perceber que eu ec-xisto? Ah, me revolto. E acho digno.
- Par de Vasos
O que os criciumenses tem contra as coisas diferentes, até hoje não descobri. O que eu sei é que eles olham com cara de assombro, revolta ou desprezo pra tudo o que não é in na cidade (com uma pitada de sarcasmo colonial, eu diria – por achar que Criciúma é referência pra qualquer coisa). Vou dar um exemplo bem mulherzinha (como boa mulherzinha que sou): nas férias, estava num show com um vestido de cerejas. Pois me chega UM CARA (um cara, nem era outra guria) e diz que não gosta dessas “roupas que ficam parecendo capa de botijão de gás”. Só pude responder: “Ainda bem que não nasci pra agradar.” Fazer o quê, né.
P.S.1: Logo logo faço um post sobre as coisas que eu adoro no Rio e Crici...mas já aviso que provavelmente terão menos itens (yep, sou exigente e cricri)
P.S.2: Meninos, não fiquem chateados; falo com propriedade de quem já namorou um criciumense (td bem que foi só um) mais ou menos com esses requisitos, ok? ;)
P.S.3: Será que o cara do Item 8 falou isso só porque ele ouviu todas as minhas opiniões - nem tão pacíficas - sobre pagode (bêbada), e só depois de despejar tudo eu descobri que ele toca numa das bandas mais descoladas da cidade, no gênero?
06 agosto, 2009
apto
Como cansa procurar um. E olha que nem comecei...


